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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
O apedeuta criou o pobre inválido
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Li o artigo sobre educação que me assustou: o Brasil tem o segundo maior índice de analfabetismo da América do Sul.Se a anta que nos governa é analfabeto, é natural que os governados por ele o sejam.
Porque qualquer pessoa que se informa tem pavor até de pronunciar o nome do infeliz.
Minha avó criou 8 filhos sozinha, trabalhava, não tinha bolsa preguiça para estimular vagabundagem, colocou todos os seus filhos pra estudar.Um deles, era engenheiro eletrônico, tornou-se honrado, capaz, pelos próprios méritos.
Não tinha essa coisa de que pobre não podia estudar, o q valia era o esforço pessoal, vontade própria.
Até isso o apedeuta acabou: estimula o pobre a ser pobre, quando ele oferece migalhas através do bolsa alimenta miséria, ele considera o pobre um inválido, acostumando-os a esperar pelo dinheiro fácil.
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Li o artigo sobre educação que me assustou: o Brasil tem o segundo maior índice de analfabetismo da América do Sul.Se a anta que nos governa é analfabeto, é natural que os governados por ele o sejam.
Porque qualquer pessoa que se informa tem pavor até de pronunciar o nome do infeliz.
Minha avó criou 8 filhos sozinha, trabalhava, não tinha bolsa preguiça para estimular vagabundagem, colocou todos os seus filhos pra estudar.Um deles, era engenheiro eletrônico, tornou-se honrado, capaz, pelos próprios méritos.
Não tinha essa coisa de que pobre não podia estudar, o q valia era o esforço pessoal, vontade própria.
Até isso o apedeuta acabou: estimula o pobre a ser pobre, quando ele oferece migalhas através do bolsa alimenta miséria, ele considera o pobre um inválido, acostumando-os a esperar pelo dinheiro fácil.
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Brasil tem segundo maior índice de analfabetismo da América do Sul
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Brasil tem segundo maior índice de analfabetismo da América do Sul
Por
Bruno Aragaki
A queda de 29,1% na taxa de analfabetismo entre 1996 e 2006 não foi suficiente para tirar o Brasil do incômodo penúltimo lugar no ranking de alfabetização na América do Sul. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta sexta-feira, o percentual de brasileiros que não sabem ler e escrever é inferior apenas ao da Bolívia, onde a taxa de analfabetismo foi de 11,7% em 2005.
Analfabetismo na América Latina e Caribe*
Haiti
45,2
Nicarágua
31,9
Guatemala
28,2
Honduras
22,0
El Salvador
18,9
República Dominicana
14,5
Bolívia
11,7
Jamaica
11,3
Brasil
11,1
Peru
8,4
México
7,4
Colômbia
7,1
Equador
7,0
Panamá
7,0
Venezuela
6,0
Paraguai
5,6
Porto Rico
5,4
Belize
5,3
Bahamas
4,2
Costa Rica
3,8
Chile
3,5
Antilhas Holandesas
3,1
Argentina
2,8
Cuba
2,7
Uruguai
2,0
Trinidad e Tobago
1,2
Guiana
1,0
Barbados
0,3
Média
9,95
*Dados do Cepal 2005
Em relação a todos os países latino-americanos e caribenhos, o Brasil também vai mal no quesito: tem o 9º pior índice do grupo.Mais grave ainda é a situação do Nordeste, que tem o mais elevado índice entre as cinco regiões do país. Na média, um em cada cinco nordestinos declarou que não sabe ler nem escrever um bilhete simples. Se fosse um país, o Nordeste teria o 5º pior desempenho em alfabetização da América Latina e Caribe, à frente apenas de Honduras, Guatemala, Nicarágua e Haiti.Na comparação de dados de população urbana da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) com os da Cepal (Comissão Econômica para América Latina e Caribe) em 2005, o Brasil se saiu pior do que vizinhos de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mais baixo, como Peru, Venezuela e Colômbia.A taxa brasileira de analfabetismo, 11,1% entre os maiores de 15 anos, ficou, em 2005, acima da média do grupo, que foi 9,95%. O número divulgado pelo IBGE referente a 2006, 10,4%, também está acima dessa linha.O contingente de analfabetos no Brasil acima de 15 anos, 14 milhões de pessoas, coloca o país no grupo das 11 nações com mais de 10 milhões de não-alfabetizados, ao lado do Egito, Marrocos, China, Indonésia, Bangladesh, Índia, Irã, Paquistão, Etiópia e Nigéria.O grupo é considerado prioritário para a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), que criou programa de metas de erradicação de analfabetismo até 2015.
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Brasil tem segundo maior índice de analfabetismo da América do Sul
Por
Bruno Aragaki
A queda de 29,1% na taxa de analfabetismo entre 1996 e 2006 não foi suficiente para tirar o Brasil do incômodo penúltimo lugar no ranking de alfabetização na América do Sul. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta sexta-feira, o percentual de brasileiros que não sabem ler e escrever é inferior apenas ao da Bolívia, onde a taxa de analfabetismo foi de 11,7% em 2005.
Analfabetismo na América Latina e Caribe*
Haiti
45,2
Nicarágua
31,9
Guatemala
28,2
Honduras
22,0
El Salvador
18,9
República Dominicana
14,5
Bolívia
11,7
Jamaica
11,3
Brasil
11,1
Peru
8,4
México
7,4
Colômbia
7,1
Equador
7,0
Panamá
7,0
Venezuela
6,0
Paraguai
5,6
Porto Rico
5,4
Belize
5,3
Bahamas
4,2
Costa Rica
3,8
Chile
3,5
Antilhas Holandesas
3,1
Argentina
2,8
Cuba
2,7
Uruguai
2,0
Trinidad e Tobago
1,2
Guiana
1,0
Barbados
0,3
Média
9,95
*Dados do Cepal 2005
Em relação a todos os países latino-americanos e caribenhos, o Brasil também vai mal no quesito: tem o 9º pior índice do grupo.Mais grave ainda é a situação do Nordeste, que tem o mais elevado índice entre as cinco regiões do país. Na média, um em cada cinco nordestinos declarou que não sabe ler nem escrever um bilhete simples. Se fosse um país, o Nordeste teria o 5º pior desempenho em alfabetização da América Latina e Caribe, à frente apenas de Honduras, Guatemala, Nicarágua e Haiti.Na comparação de dados de população urbana da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) com os da Cepal (Comissão Econômica para América Latina e Caribe) em 2005, o Brasil se saiu pior do que vizinhos de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mais baixo, como Peru, Venezuela e Colômbia.A taxa brasileira de analfabetismo, 11,1% entre os maiores de 15 anos, ficou, em 2005, acima da média do grupo, que foi 9,95%. O número divulgado pelo IBGE referente a 2006, 10,4%, também está acima dessa linha.O contingente de analfabetos no Brasil acima de 15 anos, 14 milhões de pessoas, coloca o país no grupo das 11 nações com mais de 10 milhões de não-alfabetizados, ao lado do Egito, Marrocos, China, Indonésia, Bangladesh, Índia, Irã, Paquistão, Etiópia e Nigéria.O grupo é considerado prioritário para a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), que criou programa de metas de erradicação de analfabetismo até 2015.
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007
O Rolex de Huck provoca celeuma.
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A celeuma em torno do artigo do Luciano Huck já beira o ridículo e mostra o quão mesquinhas as pessoas podem se tornar diante de um fato tão banalizado nos dias de hoje.
O apresentador, pelo pouco que conheço de sua vida particular, trabalha desde cedo, conquistou sua fortuna com competência e talento, nunca o vimos envolvido em escândalos ou em jornais de fofocas quentíssimas e infames – sabendo ter ele um certo “Toque de Midas”, o que os críticos de sua revolta tem a ver com isso? – parece-me, certamente, que ele tem todo o direito de ter um rolex ou um carro de 3 dígitos ou o que quer que seja que desperte atenção de pessoas. Ora bolas, o dinheiro é dele e não de empreiteiras, falcatruas ou mensalões... é usado para o bem estar seu e de sua jovem família e, quem sabe, para qualquer tipo de caridade que ele, com certeza deve fazer. Lembrando também que sua mulher rende bons lucros, não com pensões de filhos bastardos ou capas de Playboy oportunas, mas com trabalho, carisma e talento.
Não consigo entender o tom jocoso de algumas críticas em torno do episódio envolvendo o roubo de seu relógio. Qualquer pessoa fica revoltada, se sentindo traída pelas autoridades e desnuda diante da violência que lhe é acometida e tem, sim, sentimentos diversos em relação às emoções confusas que lhe tomam o peito. Se isso se manifesta com raiva, pena, revolta ou descaso, isso é um problema de foro particular. Algumas vítimas se escondem, outras escrevem cartas revoltadas para os jornais, outras chamam o BOPE e outras, ainda, que tem a mídia ao seu lado, escrevem artigos. É a forma de desabafo, é a maneira encontrada para extravasar o que todo cidadão brasileiro tem vontade de gritar: não agüentamos mais!!! Lemos diariamente artigos assim.
Não vejo fascismo algum em querer um pouco de segurança. Não vejo onde se encaixa defesa ao vagabundo, ladrão, desgraçado que aponta uma arma cabeça de um jovem pai de família para roubar um relógio, seja ele de 10 reais ou de 100 mil reais. Não importa o valor do que é roubado, o que importa é que aquele objeto não pertence ao ladrão.
Luciano Huck não é culpado de nada. Ele é vítima. Quem de nós pode tirar dele o direito de andar de rolex? Quem de nós pode criticar uma pessoa que ganha dinheiro (honestamente, diga-se) com trabalho? A não ser os invejosos do talento e das oportunidades alheias. Esses deviam se envergonhar. Deveriam mirar sua língua enorme, feia e invejosa para cima daqueles que envergonham o País lá em Brasília. Deveriam saber que, um dia, o coitado do “sujeito que nunca teve oportunidade então teve que roubar” poderá apontar uma pistola bem no meio de suas caras. Será que nesse momento eles vão se lembrar do Capitão Nascimento?
Em tempo, eu gostaria muito de saber a opinião de vítimas, também famosas, da violência e que são tão igualmente veementes naquilo que dizem ou escrevem. Artistas como Lulu Santos, Marcos Palmeira, Charles Gavin, Flora Gil. Ou mesmo autoridades como a Ministra Helen Gracie. Pergunto se o apresentador deveria ter um destino como o do Rodrigo Neto, dos Detonautas para que entendam que precisamos ter nosso patrimônio respeitado por qualquer pessoa, seja ele de um ou um milhão de reais.
-Fabiana Machado Monteiro-
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A celeuma em torno do artigo do Luciano Huck já beira o ridículo e mostra o quão mesquinhas as pessoas podem se tornar diante de um fato tão banalizado nos dias de hoje.
O apresentador, pelo pouco que conheço de sua vida particular, trabalha desde cedo, conquistou sua fortuna com competência e talento, nunca o vimos envolvido em escândalos ou em jornais de fofocas quentíssimas e infames – sabendo ter ele um certo “Toque de Midas”, o que os críticos de sua revolta tem a ver com isso? – parece-me, certamente, que ele tem todo o direito de ter um rolex ou um carro de 3 dígitos ou o que quer que seja que desperte atenção de pessoas. Ora bolas, o dinheiro é dele e não de empreiteiras, falcatruas ou mensalões... é usado para o bem estar seu e de sua jovem família e, quem sabe, para qualquer tipo de caridade que ele, com certeza deve fazer. Lembrando também que sua mulher rende bons lucros, não com pensões de filhos bastardos ou capas de Playboy oportunas, mas com trabalho, carisma e talento.
Não consigo entender o tom jocoso de algumas críticas em torno do episódio envolvendo o roubo de seu relógio. Qualquer pessoa fica revoltada, se sentindo traída pelas autoridades e desnuda diante da violência que lhe é acometida e tem, sim, sentimentos diversos em relação às emoções confusas que lhe tomam o peito. Se isso se manifesta com raiva, pena, revolta ou descaso, isso é um problema de foro particular. Algumas vítimas se escondem, outras escrevem cartas revoltadas para os jornais, outras chamam o BOPE e outras, ainda, que tem a mídia ao seu lado, escrevem artigos. É a forma de desabafo, é a maneira encontrada para extravasar o que todo cidadão brasileiro tem vontade de gritar: não agüentamos mais!!! Lemos diariamente artigos assim.
Não vejo fascismo algum em querer um pouco de segurança. Não vejo onde se encaixa defesa ao vagabundo, ladrão, desgraçado que aponta uma arma cabeça de um jovem pai de família para roubar um relógio, seja ele de 10 reais ou de 100 mil reais. Não importa o valor do que é roubado, o que importa é que aquele objeto não pertence ao ladrão.
Luciano Huck não é culpado de nada. Ele é vítima. Quem de nós pode tirar dele o direito de andar de rolex? Quem de nós pode criticar uma pessoa que ganha dinheiro (honestamente, diga-se) com trabalho? A não ser os invejosos do talento e das oportunidades alheias. Esses deviam se envergonhar. Deveriam mirar sua língua enorme, feia e invejosa para cima daqueles que envergonham o País lá em Brasília. Deveriam saber que, um dia, o coitado do “sujeito que nunca teve oportunidade então teve que roubar” poderá apontar uma pistola bem no meio de suas caras. Será que nesse momento eles vão se lembrar do Capitão Nascimento?
Em tempo, eu gostaria muito de saber a opinião de vítimas, também famosas, da violência e que são tão igualmente veementes naquilo que dizem ou escrevem. Artistas como Lulu Santos, Marcos Palmeira, Charles Gavin, Flora Gil. Ou mesmo autoridades como a Ministra Helen Gracie. Pergunto se o apresentador deveria ter um destino como o do Rodrigo Neto, dos Detonautas para que entendam que precisamos ter nosso patrimônio respeitado por qualquer pessoa, seja ele de um ou um milhão de reais.
-Fabiana Machado Monteiro-
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O Gui, chegou em casa sexta-feira, e informou-me que tem duas namoradas:
uma é para beijar e a outra é para segurar as mãos.
Fiquei sabendo depois dessa conversa, o nome do meu neto: Guilherme.
O tempo passa e os filhos crescem.
Em todo caso, pedi educadamente que namore só com uma menina, porque duas
dá uma dor de cabeça danada. Sem papo, ele está irredutível.
Gosta das duas.
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